Diário, parte quatro

Se é para escrever que seja sem erros ortográficos e/ou de pontuação. Se é para fotografar que não baste, apenas, clicar no botão da câmara perante paisagens possantes. Na vida, não basta querer e gostar, há que trabalhar arduamente para que o resultado final seja digno de vénias. Há que sonhar, acreditar e concretizar. Na verdade, há que criar algo diferente, algo que se diferencie num mundo cada vez mais vulgar. Há que, embalada na onda da sensatez de Miguel Torga, ser autêntico.