Diário, parte dez

É tempo de sal no cabelo e maresia no corpo. É tempo de sentir a areia nos pés. É tempo de caminhar, montanha acima, de câmara fotográfica em punho. É hora dos despertares madrugadores, dos pequenos-almoços recheados e dos jantares vagarosos que trazem o sono tardiamente. É isso. É tempo, é hora. São horas sem tempo. É simplesmente ir na aventura e planear as tantas outras que se avizinham, já com o Outono, daqui a pouco, aí à porta. Para já, e porque descanso é palavra de ordem, é obrigatório viver o Verão, e o amor, sem pressas.